começo a vislumbrar alguma utilidade para isso tudo que se tecla aqui.
algo como um som translúcido com toques de mudança
será tudo revelador.
e o melhor: será tudo provado.
23.2.09
9.1.09
Afogado em uma sucessão ininterrupta de angústias tento responder a pergunta do cantor folk-elétrico representado por inúmeras figuras.
Como me sinto?
Deveria eu acender um cigarro agora, justo neste momento em que parei de fumar?
O que realmente me incomoda e o que realmente eu decidi?
Como separar o joio do trigo, é possível peneirar?
O fato de rolar como uma pedra, por falta de casa,
Ou o fato de rolar como uma pedra, por falta de família,
Ou o fato de rolar como uma pedra pela mínima quantia registrada na carteira assinada?
O que me faz rolar é o tempo.
E as obrigações e as responsabilidades que ele me impõe.
E se eu assumir aqui mesmo, a mim mesmo, que não consigo dizer não?
Seria esta a confissão esperada, a resposta que me calaria e gerasse satisfação a todos vocês. Devemos dormir depois disso?
Consigo falar não.
Quero dizer, não sei o que não quer dizer.
Talvez por isso, (não) fale não.
Eu não quero passar em concurso algum.
Quero ter sorte e vida fácil, pelo menos por um mês.
Já que não tenho as costas quentes, quero ferver sob o sol carioca deste janeiro.
E ponto.
Para o ano: Desencalhar e assumir a pobreza (material, porque de espírito todos já ouvimos tudo que tínhamos para ouvir).
Agora sim, vamos dormir.
Como me sinto?
Deveria eu acender um cigarro agora, justo neste momento em que parei de fumar?
O que realmente me incomoda e o que realmente eu decidi?
Como separar o joio do trigo, é possível peneirar?
O fato de rolar como uma pedra, por falta de casa,
Ou o fato de rolar como uma pedra, por falta de família,
Ou o fato de rolar como uma pedra pela mínima quantia registrada na carteira assinada?
O que me faz rolar é o tempo.
E as obrigações e as responsabilidades que ele me impõe.
E se eu assumir aqui mesmo, a mim mesmo, que não consigo dizer não?
Seria esta a confissão esperada, a resposta que me calaria e gerasse satisfação a todos vocês. Devemos dormir depois disso?
Consigo falar não.
Quero dizer, não sei o que não quer dizer.
Talvez por isso, (não) fale não.
Eu não quero passar em concurso algum.
Quero ter sorte e vida fácil, pelo menos por um mês.
Já que não tenho as costas quentes, quero ferver sob o sol carioca deste janeiro.
E ponto.
Para o ano: Desencalhar e assumir a pobreza (material, porque de espírito todos já ouvimos tudo que tínhamos para ouvir).
Agora sim, vamos dormir.
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